Descobrindo Salvador

O que ver e fazer

Apreciar a Igreja e Convento de São Francisco

Centenas de quilos de ouro enchem de brilho os altares da igreja mais rica do país.

Festas religiosas

De dezembro a fevereiro, Salvador ganha a energia das festas religiosas. Conhecidas como Festas de Largo, reúnem missas, procissões e... noite no Rio Vermelho com acarajé

História, natureza, fé e diversão. Assim podem ser divididos os roteiros por Salvador. Nas cidades Alta ou Baixa, atrativos não faltam para surpreender o visitante o ano inteiro. São igrejas e casarões no Pelourinho; burburinho e acarajé no Rio Vermelho; lavagem e fitinhas no Bonfim; praias badaladas e rústicas no Litoral Norte... E no verão ainda tem festas de rua e muito Carnaval. Variedade assim, só no tabuleiro da baiana!

Rio Vermelho reúne as baianas e os acarajés mais famosos da cidade. Para chegar à parte baixa de cidade é preciso entrar, literalmente, em um dos cartões-postais de Salvador: o Elevador Lacerda, que faz a ligação entre os dois pontos. Uma vez à beira-mar, explorar as praias é fundamental. Entre as urbanas, Porto da Barra é a mais democrática e movimentada.

Afastadas do Centro, Itapuã, Stella Maris e Flamengo têm águas limpas e trânsito intenso nos fins de semana. No meio do caminho, o bairro do Rio Vermelho reúne os boêmios e os fãs dos mais famosos acarajés de Salvador, preparados pelas baianas Dinha e Regina.

No quesito gastronomia, aliás, as ofertas vão muito além do bolinho recheado com vatapá e camarão seco. As receitas típicas, que mesclam com perfeição ingredientes indígenas, africanos e portugueses, levam à mesa delícias como bobó, moqueca e caruru, sempre perfumados pelo azeite de dendê.

Pelourinho

Olodum dando uma palhinha no pelourinho.
Nenhum outro lugar reflete tão bem a alma da Bahia quanto o Pelourinho. Considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o bairro na Cidade Alta, tem mais de 800 casarões dos séculos 17 e 18. Vielas, ladeiras e largos concentram igrejas, museus, restaurantes, lojas e um vaivém de gente de Salvador, do Brasil e do mundo.

Apreciar a Igreja e Convento de São Francisco

Um dos pontos mais movimentados do Pelourinho. Centenas de quilos de ouro enchem de brilho os altares da igreja mais rica do país. Considerado um dos mais extraordinários monumentos do barroco mundial, o templo de São Francisco, erguido em 1723, tem ainda balaustradas em jacarandá negro, pinturas ilusionistas e uma bela imagem de São Pedro de Alcântara. O convento, que faz parte.

Festas religiosas

Festa reúne milhares de fiéis De dezembro a fevereiro, Salvador ganha a energia das festas religiosas. Conhecidas como Festas de Largo, reúnem missas, procissões e muita animação. A temporada é aberta com os festejos à Santa Bárbara, que tem como ponto alto a distribuição de caruru - guisado de quiabo e camarão. Já a Lavagem do Bonfim arrasta uma multidão atrás.

Noite no Rio Vermelho com acarajé

Largo de Santana reúne todas as tribos. Esquina, mas para experimentar os quitutes preparados pelas baianas mais famosas da capital siga para o bairro do Rio Vermelho. No Largo de Santana, Dinha e Regina demarcaram seus territórios, reunindo turistas, boêmios e artistas que têm por sua baiana favorita a mesma paixão que carregam.

Solar do Unhão

Um dos mais belos conjuntos arquitetônicos às margens da Baía de Todos os Santos, o Solar do Unhão abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia, reunindo mais de duas mil obras de pintores brasileiros como Di Cavalcanti, Portinari e Tarcila do Amaral. Construído no século 17, em alvenaria de pedra, para ser a residência.

Gradil de Carybé

Milhares de fitinhas colorem grade e dão boas vindas.
A Igreja do Bonfim não é a mais bonita, mas com certeza, é a mais famosa de Salvador em função da tradicional “Lavagem do Bonfim”, comemoração marcada pelas baianas jogando água nos degraus do templo em uma festa que dura o dia inteiro, animada por blocos de afoxé. Concluída em 1772.

Elevador Lacerda

Passeio no pelourinho
A maneira mais original de circular entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa é através do Elevador Lacerda, um dos marcos da capital baiana inaugurado em 1872. Com 72 metros de altura, liga a Praça Tomé de Souza (parte alta) à Praça Cairu, onde fica o Mercado Modelo. Restaurado em 2002, ganhou nova iluminação.

Ponta de Humaitá

Perfeito para o pôr do sol Um dos lugares mais charmosos de Salvador - com privilegiada vista da Baía de Todos os Santos e um pôr de sol espetacular - ainda é pouco explorado. Escondida na península de Itapagipe, na Cidade Baixa, reúne um pátio, uma igrejinha, um convento e um farol – arquiteturas típicas da capital baiana!

Curtir as Praias do Norte

Fim de tarde em Itapuã
No caminho para o aeroporto ficam as melhores praias para banhos. Itapuã, além do charme do farol, tem areias claras e águas verdes que formam piscinas naturais. Stella Maris intercala pontos com ondas e outros protegidos, reunindo surfistas e banhistas; enquanto Flamengo, com paisagem de coqueiros e dunas, é ponto de encontro da turma jovem.

Passeio pelo Litoral Norte da Bahia

Arembepe na língua tupi-guarani: aquilo que nos envolve. Cerca de 230 quilômetros separam Salvador de Mangue Seco, quase na divisa com o Sergipe. Ao longo da BA-009, batizada de Estrada do Côco até a Praia do Forte e dali em diante de Linha Verde, há uma série de lugares especiais para um passeio de um dia ou para uma boa esticada.

Balé Folclórico da Bahia

Religiões afro estão no roteiro.
A companhia profissional de dança folclórica faz espetáculos no Teatro Miguel Santana, no Pelourinho. No repertório estão números variados do folclore brasileiro como a Puxada de Rede, o Boi-Bumbá, o Xaxado, o Maracatu, o Samba de Roda e a Capoeira. A dança Pantheon dos Orixás homenageia as religiões africanas como o candomblé.

Pequenina, tem águas cristalinas

Escuna pela Baía de Todos os Santos leva à ilhota, a quase duas horas de navegação a partir do Terminal Marítimo. Pequenina, tem apenas dois quilômetros de orla onde se espalham barracas de comidas e bebidas, além de redes de vôlei. Nas águas cristalinas e calmas, a pedida é praticar stand

Arena Fonte Nova

O estádio foi um dos primeiros a serem inaugurados no país para receber a Copa do Mundo de 2014. O espaço ficou pronto em abril de 2013, depois de ser completamente demolido em 2010. A arena multiuso ainda não tem programas de visitação – vale a pena ir a algum jogo ou evento.

 

Onde comer em Salvador

Influenciada por diversas culturas, a culinária baiana combinou ingredientes e criou suas próprias receitas. Da África veio o dendê, fruto que dá origem ao perfumado azeite, marca registrada de pratos como moqueca, bobó, vatapá (creme de peixe e amendoim), caruru (guisado de quiabo e camarão) e acarajé (bolinho de feijão-fradinho recheado com camarão e vatapá). Os negros trouxeram ainda o gosto pelas pimentas.

A influência indígena está presente na mandioca, enquanto os portugueses marcam presença nos doces, como o quindim e a ambrosia. E até os asiáticos deixaram heranças, traduzidas pelo uso constante do coco, nas panelas e nos tabuleiros. Em toda a cidade são muitos os pontos para provar as delícias típicas. O Pelourinho concentra restaurantes tradicionais, como o Sorriso da Dadá, da quituteira mais badalada de Salvador; e o Restaurante do Senac. Para comer apreciando o pôr do sol na Baía de Todos os Santos, os sofisticados restaurantes da Marina Bahia, na Cidade Baixa, estão entre os mais concorridos.

No caminho de volta das praias do Norte, uma boa pedida é o familiar Yemanjá, com moqueca e vatapá como carros-chefe. No bairro do Rio Vermelho, também pólo gastronômico, não deixe de experimentar os famosos acarajés da Dinha e da Regina (e ainda tem o da Cira, em Itapuã!).

Ki-Mukeka

Oferece as delícias baianas a preços acessíveis. A matriz fica na Armação e há outros endereços: Pituba (Av. Otávio Mangabeira, 907).

Paraíso Tropical

A casa do chef Beto Pimentel é uma das preferidas dos soteropolitanos. Boa parte das frutas usadas nas receitas vem direto do pomar instalado atrás do restaurante, que aposta também em ingredientes pouco conhecidos. Faz sucesso o Calapolvo ao Paraíso, uma moqueca com fruto de dendê e coco-verde batido com água de coco, camarão, lagosta...

Amado

À beira-mar e com vista para a Baía de Todos os Santos, a linda casa tem mesas no salão com jardim de inverno e arcos de pedra e no concorrido deck. Na lista de entradas, sobressaem os Camarões empanados na tapioca acompanhados de molho lambão, uma espécie de vinagrete apimentado.

Fogo de Chão

A churrascaria de grife segue os padrões das casas do Sul e do Sudeste, com carnes e cortes nobres. A casa não trabalha com peixes e frutos do mar. O mix de culturas fica por conta dos funcionários: enquanto os garçons seguem a moda gaúcha, trajando bombachas, a recepção fica por conta de uma autêntica baiana.

Mistura

Especializado em pescados, tem peixes e frutos do mar fresquinhos.

Yemanjá

Um dos endereços mais tradicionais de Salvador, a casa imensa tem três salões e duas varandas decoradas com ícones de casas de pescadores. Como entrada, faz sucesso a casquinha de siri; e para o prato principal, a moqueca de camarão reina soberana.

Maria Mata Mouro

Instalado em um casarão do século 17, manteve as paredes em taipa de pilão. Tem salão interno e pátio com mesas sob as árvores.

Jardim das Delícias

As mesas do jardim internos são as mais disputadas por conta do jantar à luz de velas. Entre as principais delícias, camarões refogados no azeite com maracujá, goiaba, kiwi e manga, servidos com arroz ao creme de legumes e damasco.

Restaurante Escola do Senac

IInstalado em um sobrado, oferece serviço de buffet com 40 pratos e 12 tipos de sobremesa.

Soho

Com belo visual para a Baía de Todos os Santos e decoração bacana, a casa capricha nas delícias como o Sohomaki de camarão, que combina o crustáceo com cream cheese e fatias de salmão. Faz sucesso o Combinado especial - sushis e sashimis montados de acordo com os ingredientes do dia.

Sorriso da Dadá

Uma das quituteiras mais queridas da Bahia, Dadá mantém a casa que é sucesso no Pelourinho. A moqueca de peixe e o bobó de camarão são as estrelas! Para abrir os trabalhos, vale petiscar o caldinho de sururu e a porção de acarajés.

Casa da Dinha

A casa de dois andares tem decoração inspirada em Iemanjá. Entre os destaques, os famosos acarajés. Mas tem ainda casquinha de siri, moqueca com camarão e polvo e bobó de camarão.

Chez Bernard

O restaurante com clima de bistrô completou 50 anos! Com vista para a Baía de Todos os Santos, traz clássicos da cozinha francesa como o Coq au vin com purê de batata e o Carré de cordeiro grelhado ao molho poivre.

Le Pompon Rouge

O boêmio bairro do Rio Vermelho foi o endereço escolhido pelo chef francês Matial Cornevin para montar seu restaurante. Simples e acolhedora, a casa tem vista para a praia e serve pratos típicos dos bistrôs franceses como quiche lorraine, salade de la mer, boeuf bourguignon e entrecôte béarnaise. Boa pedida.

Taboada Bistrot

O espaço aconchegante tem cardápio assinado pelo chef Bertrand Feunteun, que aposta nas receitas leves e nos sabores dos ingredientes.

Al Carmo

O clima romântico é reforçado pela decoração de bom gosto e a vista para a zona portuária. Vá para apreciar o pôr do sol e fique para o jantar - entre as sugestões do chef, massa negra caseira com molho de camarão e polvo e risoto de frutos do mar.

Alfredo di Roma

Entre os pedidos, clássicos como o Fettuccine Alfredo, com massa de produção própria, molho à base de manteiga e queijo parmigiano reggiano; o Ravióli de vitelo ao molho de cogumelos e creme de leite; e Nhoque verde com queijo fundido e parmesão.

Beach Stop

A decoração inclui pranchas de surf e fotos de praias, mas o melhor é o cardápio, assinado pelo chef e proprietário Eduardo Garcia. Destaque para a moqueca de camarão com arroz, banana frita e pirão; e o pastel de camarão com catupiry, o item mais pedido.

Boi Preto

O farto bufê está incluído no preço do rodízio. São setenta variedades de saladas, além de sushis, sashimis, risoto de filé mignon, lula, salmão, polvo... Entre os 26 cortes que saem da grelha, costela prime, assado de tira, bife ancho e picanha argentina.

Cabana da Cely

A cabana mais famosa fica na Pituba, mas a Cely está também em Pituaçu e Villas do Atlântico. Boa parte do público pede a unidade de caranguejo logo que chega ao bar – especialmente às quintas, quando, a cada crustáceo solicitado, o segundo é grátis.

Casa de Tereza

O restaurante inaugurado em outubro de 2012 já chegou causando no Rio Vermelho! Comandada pela chef Teresa Paim, a casa tem ambiente charmoso, com tijolos aparentes e janelões de madeira que reproduzem o clima de casa do interior. Na decoração, peças dos artistas Bel Borba e Denissena

Dona Chika-Ká

O casarão do século 18 que abriga o restaurante tem vista para a Praça Quincas Berro d'Água, que frequentemente sedia shows. No cardápio, destaque para a casquinha de siri e o bobó feito com lagosta! Para encerrar, quindim e cocada preta.

Mar na Boca

No estrealdo restaurante, a varanda, com vista para a Baía de Todos os Santos, divide a atenção com o cardápio, que traz serviços à la carte ou no formato de menu degustação (nove etapas em pequenas porções). Entre as sugestões, Ceviche da Casa, com atum, robalo, salmão e camarões marinados em suco de limão.

Restaurante do Yatch Clube

O salão de paredes de vidro emoldura a vista para o mar da Barra. Da cozinha saem receitas mediterrâneas como o Carpaccio de polvo ao molho de limão-siciliano com salmão defumado e pimenta-rosa (entrada); e o Hadoque ao molho de alho-poró com aspargo e risoto.

Rocca Pizzaria e Forneria

As pizzas saem de um forno a lenha no meio do salão. Entre as 35 opções, fazem sucesso a Carlota, com lombo canadense, lascas de abacaxi com gengibre, mussarela e cream cheese; e a Sofisticada - mussarela, tomate- cereja, azeitona, presunto cru, abacate e rúcula.

Solar Café

São duas casas em ambientes perfeitos: a matriz, no Museu de Arte Moderna (Solar do Unhão) e a filial nos jardins do Palacete das Artes (Museu Rodin - Graça). No MAM, o ambiente charmoso é perfeito para apreciar o pôr do sol na Baía de Todos os Santos ou para um jantar à luz.

Mercado do Peixe

Os restaurantes populares funcionam 24 horas e são ponto de encontro na madrugada, servindo escondidinho de camarão, arrumadinho com feijão, farofa, vinagrete, carne de sol e calabresa.

Sorveteria da Ribeira

Na casa, inaugurada em 1931, são oferecidos 65 sabores de sorvete. Em meio aos tradicionais, há uma dezena de exóticos! Entre eles, algodão doce, umbu, biribiri, jaca, jenipapo, pinha, sapoti, amarena... se ficar em dúvida, vá na nossa aposta e peça duas bolas: coco verde e mangada! Depois de escolher, siga para o outro.

Salvador

A mistura de raças, culturas e credos, que recebeu doses generosas de alegria e sincretismo, conferiu a Salvador um astral único e arretado que atrai brasileiros e estrangeiros o ano inteiro. É no verão, entretanto, que a capital baiana ganha ainda mais brilho, com as festas populares que arrastam multidões atrás de imagens religiosas e, claro, dos trios elétricos. De dezembro até o Carnaval, são muitos os homenageados – do Senhor do Bonfim ao Rei Momo. Fiéis e foliões agradecem! Primeira capital do Brasil, Salvador reúne o presente e o passado em perfeita harmonia e, levando-se em conta a topografia da cidade - dividida em Alta e Baixa – fica fácil mapeá-la e vislumbrar os atrativos escancarados em cada esquina.

É na parte alta que fica o colorido Pelourinho, bairro histórico e tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Em suas ruas e vielas estão centenas decasarões dos séculos 17 e 18 que abrigam de museus a terreiros de candomblé, além de templos católicos.

 

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